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O que o coiote me ensinou sobre negócios

11/01/2019

Eu fui uma daquelas crianças que assistiu muito desenho na infância. E confesso que ainda hoje, quando tenho um tempo (coisa rara), gosto de gastar alguns minutos com isso. Mas um desenho em especial sempre me intrigou: o Coiote e o Papaléguas. Incrível como um sempre se da mal, o coiote, e como o outro sempre acaba bem, o papaléguas.
 

 

 

Se levarmos isso para o mundo dos negócios, a relação parece muito óbvia: algumas empresas parecem que não tem como dar errado, enquanto outros estão fadados ao fracasso muito antes de começar. Mas por que isso? Bom, eu vou elencar 3 P’s que, como no desenho, se comprovam na vida real.

PLANEJAMENTO: Sim, muito se fala em planejamento, mas pouco se faz. E por mais que o Coiote planeje o seu “trabalho”, a meta (caçar o papaléguas) nunca é alcançada. Nesse ponto, existem dois fatores que podem ser o problema. Um deles é que você pode estar com metas muito além da sua capacidade. A autocrítica é fundamental em um planejamento de negócios. Não adianta sonhar com o futuro e estabelecer metas inalcançáveis. É preciso ser realista e planejar um degrau de cada vez, assim fica muito mais fácil alcançar um objetivo e evita a perda de rumo e de motivação. O segundo ponto veremos a seguir.

 

PROPÓSITO: Você sabe qual é o verdadeiro propósito do seu negócio? Uma das palestras mais assistidas e famosas do TED – Ideas Worth spreading, é a de Simon Sinek sobre o Golden Circle (vale o play no vídeo acima). A palestra se resume em como motivar e impulsionar o seu negócio invertendo três fatores básicos presentes na maioria dos negócios. Na maioria dos casos, as empresas se preocupam primeiro em explicar “o que são”, para depois explicar “como fazem” e em último lugar o “porque fazem”. Segundo Simon, os projetos que estão obtendo sucesso hoje trabalham com a ordem de importância inversa: primeiro comunicar a todos o por quê. Ou seja, priorize muito mais que as pessoas entendam o propósito do seu negócio. No caso do coiote, o seu maior propósito é alimentar-se do papaléguas, uma lei de sobrevivência, mas que não convence.

 

PARCEIROS: Em cada desenho o Coiote monta um plano diferente para tentar alcançar o seu objetivo. Muda a estratégia, as ferramentas, o local, mas não muda de parceiro: a ACME. Mesmo obtendo sempre experiências desastrosas e sendo traído pelos equipamentos, ele se mantém fiel ao fornecedor. Por isso, no seu negócio, preocupe-se em avaliar e monitorar os resultados que os seus parceiros/fornecedores estão lhe proporcionando. A insistência do Coiote em não considerar novas opções de fornecedores acaba lhe fadando ao fracasso repetidamente.

 

Com isso em mente, se você quer que o seu negócio atinja novos objetivos, separe um tempo nessa reta final de ano e avalie as suas estratégias. Mensure o retorno que as ações do seu negócio geraram e avalie quanto os seus fornecedores promoveram ou comprometeram isso. E não tenha medo de mudanças. Se você quer alcançar novos objetivos, novas metas ou superar desafios, sempre é bom ter um plano B.

 

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